Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.9/2085
Título: As nanopartículas em ambientes ocupacionais
Autor: Matos, Maria Luísa Ferreira
Santos, Paula
Barbosa, Fernando
Palavras-chave: Segurança no trabalho
Higiéne no trabalho
Saúde no trabalho
Nanopartículas
Data: Fev-2011
Citação: Matos, Luísa; Santos, Paula; Barbosa, Fernando - As nanopartículas em ambientes ocupacionais. In: SHO 2011 : Colóquio Internacional sobre Segurança e Higiene Ocupacional, Guimarães, SPOSHO, 10-11 Fev. 2011
Resumo: As novas tecnologias associadas a questões sociais, demográficas e económicas originam mudanças constantes nos ambientes ocupacionais, emergindo assim novos riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores. A exposição ocupacional a nanopartículas é um risco simultaneamente novo e com tendência para aumentar, o que o classifica como um risco emergente. As nanopartículas entram no corpo humano por diversas vias, desconhecendo-se ainda a total dimensão dos danos que podem vir a causar em termos de saúde ao trabalhador exposto. Embora a informação sobre a exposição dos trabalhadores e respectivos efeitos na saúde, seja muito limitada, devem ser desde já implementados os princípios básicos de prevenção. Os métodos tradicionais de amostragem de partículas podem ser usados para medir as nanopartículas, no entanto, estes métodos apresentam limitações e requerem uma interpretação cuidadosa. Encontra-se em franco desenvolvimento a investigação de técnicas de amostragem mais específicas e sensíveis que permitam avaliar a exposição ocupacional a nanopartículas. Pretende-se com este artigo baseado em pesquisa bibliográfica, alertar para este risco emergente, que se pode encontrar numa diversidade de actividades e para o qual os Técnicos de Segurança do Trabalho, entre outros profissionais, deverão estar sensibilizados. A avaliação e análise de riscos emergentes ocupacionais assumem um papel determinante na identificação precoce de medidas de prevenção eficientes. Conclui-se assim, por todas estas razões, que ainda há um longo caminho a percorrer para um perfeito e correcto conhecimento dos possíveis efeitos e principalmente no desenvolvimento de mecanismos que possam evitar o aparecimento de danos. Não é possível nesta fase do conhecimento (ou desconhecimento) avaliar o impacte deste risco emergente ao nível da sociedade, da produtividade e da sustentabilidade das próprias indústrias responsáveis pela produção de nanopartículas, ou cujo processo produtivo implica a libertação de partículas ultrafinas.
URI: http://hdl.handle.net/10400.9/2085
Aparece nas colecções:CTM - Comunicações em actas de encontros científicos internacionais

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