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Título: Património geológico da Serra de Moradal, Oleiros : inventariação, certezas e potencialidades geoturísticas
Autor: Rodrigues, Joana
Carvalho, Carlos Neto
Metodiev, Daniel
Palavras-chave: Património geológico
Conservação do património
Geoturismo
Serra do Moradal (Concelho de Oleiros, Portugal)
Data: 2009
Citação: Rodrigues, Joana; Carvalho, Carlos Neto; Metodiev, Daniel - Património geológico da Serra de Moradal, Oleiros : inventariação, certezas e potencialidades geoturísticas. Vila Velha de Ródão : Associação de Estudos do Alto Tejo, 2009, 34 p
Relatório da Série N.º: Açafa On-line;nº 2
Resumo: A inventariação do Património Geológico da Serra do Moradal, no concelho de Oleiros, constitui um importante contributo não só para o estudo e divulgação da pouco conhecida geologia da região, mas também para a conclusão do inventário do Património Geológico do Geopark Naturtejo da Meseta Meridional. A integração do Geopark Naturtejo nas Redes Europeia e Global de Geoparques, sob os auspícios da UNESCO, teve por base um conjunto de geossitios de elevado interesse geológico regional, nacional e internacional, de onde se destacam dois localizados na Serra no Moradal: Cascata da Fraga da Água d'Alta e o Corte Geológico da Malhada Velha (Zêzere). Estes locais são fundamentais para testemunhar a história geológica do território, documentada nos ultimos 600 milhões de anos. A Serra do Moradal corresponde a um alinhamento quartzítico de 15 km de comprimento e orientação NW-SE. Trata-se de um relevo residual de resistência que se destaca, como muralha, dos terrenos aplanados da Superfície de Aplanação de Castelo Branco, e dos mesmos fortemente abarrancados na Cordilheira Central, constituídos por metassedimentos xisto-grauváquicos do Neoproterozóico que se encontram intensamente deformados. A Serra do Moradal é constituída por rochas quartzíticas e xistentas datadas do Ordovícico-Silúrico Inferior (479-430 milhões de anos) e encontra-se recortada por cursos de água, como a Ribeira da Sertã, a Ribeira do Alvito e a Ribeira das Casas da Zebreira, cursos de áua esses que encontram fortemente controlados tectonicamente por falhas tardi-Variscas e Alpinas que deslocaram o relevo segundo a orientação NE-SW. Na Serra do Moradal foram inventariados 9 geossítios com importância local a regional, estando alguns deles ainda em fase de estudo por constituirem novidades para o conhecimento científico nacional. A cartografia geológica da região e respectivo inventário do património geológico são fundamentais, conjuntamente com os restantes valores naturais, arqueológicos, arquitectónicos e culturais, para desenvolver uma estratégia de desenvolvimento sustentada, no âmbito da geoconservação e da divulgação (ao nível da Educação e do Geoturismo). O Geopark Naturtejo assume-se como impulsionador deste desenvolvimento, com propostas concretas de uso e valorização aqui apresentadas, a par com a Câmara Municipal de Oleiros, Juntas de Freguesia que abrangem a Serra do Moradal, nomeadamente Sarnadas de S. Simão, Estreito, Vilar Barroco, Orvalho e Cambas, assim como empresas privadas que operam na região e outras que venham a aproveitar verdadeiras oportunidades de negócio.
URI: http://hdl.handle.net/10400.9/821
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