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Título: Pesquisa de propriedades anti-inflamatórias da planta Prunus lusitanica = Search anti-inflammatory properties of the plant Prunus lusitanica
Autor: Duarte, P. Gonçalves
Costa, Maria do Céu
Rosado, Catarina
Teixeira, Adriano
Rodrigues, A. L.
Palavras-chave: Plantas medicinais
Prunus lusitanica
Data: 8-Out-2009
Citação: Duarte, P. G.; Costa, M. C.; Rosado, C.; Teixeira, A.; Rodrigues, A. L. Pesquisa de propriedades anti-inflamatórias da planta Prunus lusitanica = Search anti-inflammatory properties of the plant Prunus lusitanica. In: FITO 2009 - 2º Congresso Iberamericano de Fitoterapia. 1º Congresso da SPFITO. 5º Congreso da la SEFIR, Lisboa, 8-10 de Outubro, 2009
Resumo: As formulações actuais para aplicação na pele devem satisfazer requisitos de eficácia elevada, compatibilidade cutânea e atracção estética. É geralmente aceite que o desempenho de um produto cosmético está relacionado com a tecnologia de todas as etapas da formulação. Assim, uma forma galénica óptima é um pré-requisito tão necessário para sucesso no mercado como a incorporação dos ingredientes activos adequados. O objectivo de formulações tópicas pode ser classificado em duas áreas principais: modular ou suportar a função de barreira da pele e actuar como sistema de libertação para ingredientes activos. Além disso, a possibilidade de utilizar uma formulaçáo galénica patenteada torna-se progressivamente mais importante como instrumento de marketing. Este trabalho constitui a primeira fase do desenvolvimento de conceitos de formulação galenicamente interessantes e utilizados em produtos dermocosméticos na actualidade. Conhecida popularmente em Portugal como "ginjeira brava" ou "loureiro de Portugal", a Prunus lusitanica L. nunca foi estudada de forma “bioconduzida” nem valorizada como fonte de fármacos de origem natural, apesar do seu enorme potencial devido a um elevado conteúdo em terpenos. Até ao momento, apenas existem 34 artigos na literatura mencionando a planta e apenas um estudo da sua composição química (1). Este refere o isolamento e identificação de triterpenos: aldeído ursólico, ácido ursólico e friedelina (2,3). A estas substâncias estão já atribuídas propriedades antimicrobianas (4), propiedades anti-inflamatórias (8) e são conhecidas como promotoras da permeação transcutânea (6). Ambas são plenamente justificadoras da sua inclusão em formulações para aplicação sobre a pele.
URI: http://hdl.handle.net/10400.9/914
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