Percorrer por autor "Santos, A. C."
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- Recolha de dados sobre consumo de medicamentos e/ou suplementos à base de plantas medicinais numa amostra da população de Lisboa e Vale do TejoPublication . Palma, L.; Martins, A. P.; Santos, A. C.; Oliveira, S.; Águas, S.; Monteiro, C.; Costa, Maria do CéuEste trabalho pretende dar sequência a um estudo anteriormente realizado na Escola de Saúde Pública ERISA, onde se concluiu que a maioria dos inquiridos nunca sentiu ou desconhece ter sentido reacções adversas associadas a medicamentos à base de plantas medicinais. Segundo o referido estudo, os produtos à base de plantas são procurados como medicamentos maioritariamente por mulheres, em particular as estudantes, tendo como objectivo o emagrecimento. Os estudos sobre os hábitos de consumo de produtos à base de plantas são extremamente importantes, uma vez que existem poucos dados sobre estes consumos em Portugal, e a população de um modo geral não tem noção dos riscos associados a uma adesão contínua, indiscriminada de medicamentos e/ou suplementos à base de plantas medicinais não acompanhada por profissionais de saúde.
- A segurança geológica como gargalo para a infraestrutura, transportes e habitação nas cidades diante das mudanças climáticasPublication . Rodrigues, I. R.; Dutra, A. C. D.; Santos, A. C.RESUMO: As mudanças climáticas têm ampliado a ocorrência de eventos extremos, como chuvas intensas, deslizamentos e inundações, afetando principalmente áreas urbanas e infraestruturas vulneráveis. Este artigo discute a segurança geológica como um dos principais gargalos na sustentabilidade das cidades brasileiras, impactando diretamente os setores de infraestrutura, transportes e habitação. A partir de uma abordagem analítico-interpretativa e revisão bibliográfica, analisam-se os entraves técnicos, institucionais e sociais que dificultam a prevenção de desastres. Os resultados indicam que a ausência de mapeamentos de risco atualizados, a falta de comunicação com as comunidades e a integração entre os setores dificultam a implementação de ações preventivas. Ressalta-se que, diante dos eventos extremos, é comum que as rotas de acesso e evacuação sejam obstruídas, comprometendo a resposta a emergências. Conclui-se que a integração entre conhecimento geocientífico, planejamento urbano e participação comunitária é fundamental para fortalecer a resiliência urbana.
