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  • Alternative feedstocks for high-quality biodiesel: Lipid production from eucalyptus bark hydrolysate by Yarrowia lipolytica W29 using different cultivation modes
    Publication . Dias, Bruna; Lopes, Marlene; Marques, Susana; Gírio, Francisco; Belo, Isabel
    ABSTRACT: Microbial lipids produced by yeasts from lignocellulosic biomass are a promising feedstock for the biodiesel industry, providing a renewable energy source as an alternative to traditional fossil fuels. This study investigated the potential of Yarrowia lipolytica W29 to produce lipid-rich biomass from undetoxified sugar-concentrated eucalyptus bark hydrolysate (EBH). The lipid concentrations achieved in batch cultures (13.4 g L-1) were the highest for wild-type Y. lipolytica strains in lignocellulosic hydrolysates. Different two-stage cultivation modes (repeated batch, continuous-feeding fed-batch, and pulse fed-batch) were studied to enhance biomass and lipid production. The cell and lipid mass was higher in pulse fed-batch and continuous-feeding fed-batch cultures than batch cultures. Production of citric acid, a side product of industrial interest, was improved in the continuous-feeding fed-batch culture. Microbial lipids produced by Y. lipolytica W29 were highly unsaturated and mainly composed of oleic acid (50% to 53%). The estimated properties of the biodiesel that would be obtained from these intracellular lipids would meet the international biodiesel standards EN 14214 and ASTM D6751. This study demonstrates the feasibility of using EBH for Y. lipolytica lipid production and promotes the sustainable production of high-quality biodiesel from lignocellulosic feedstocks.
  • Development of a georeferenced database as a tool to improve circular material flows in lignocellulosic waste valorization [Poster]
    Publication . Silva, Tiago; Eusebio, Ana; Camocho, David; Alexandre, Jorge; Sousa Rocha, Cristina; Patinha, Pedro; Quental, Lídia; Gírio, Francisco; Moura, Patrícia
    ABSTRACT: The Frontsh1p project aims to accelerate the development and implementation of cross-sector circular value chains through the creation of a multi-level toolkit that includes georeferenced data. This will facilitate the identification of the different stakeholders, their levels of interaction, regional distribution, and communication pathways, as well as the planning of new circular material flows for by-products and waste streams. The region of Łódzkie in Poland was selected for the development of this toolkit to establish guidelines, methodologies and technologies, based on information at the regional economic level, that can be easily replicated in different regions across Europe.
  • Integrating social aspects in microalgal biorefineries: a Product Social Impact Life Cycle Assessment (PSILCA) approach
    Publication . Ortigueira, Joana; Lopes, Tiago; Reis, Alberto; Gírio, Francisco
    ABSTRACT: The ongoing climate change phenomenon requires the reduction of atmospheric CO2 concentrations. Microalgal biorefineries, which convert atmospheric CO2 into chemical energy, offer a viable alternative to fossil fuel-based industrial systems. This study assesses the social impacts of microalgal biorefineries using the Product Social Impact Life Cycle Assessment database approach, focusing on an industrial facility located in P & oacute;voa de Santa Iria, Vila Franca de Xira, Portugal. The foreground system involves the production of microalgae in cascade raceway systems, followed by their refinement into protein, lipid and carbohydrate fractions. Dedicated surveys were distributed to the local community to collect social data, which was then analyzed using the Product Social Impact Life Cycle Assessment (PSILCA) database and a newly designed evaluation schema. Preliminary data from approximately 300 valid responses indicated that the local community faces a medium risk of being unfamiliar with the concept of microalgae or its benefits but acknowledged the high probability of local economic benefits and job creation upon implementation. The study highlights a general lack of familiarity with microalgae among the local community, which could affect the acceptance of the biorefinery. Although the PSILCA approach identifies social hotspots effectively, reliance on generic data may not accurately represent the local context. The study underscores the need for enhanced information dissemination to improve community acceptance and support for microalgal biorefineries. Preliminary data collection and analysis highlight the potential for social benefits, but further research is required to address the identified limitations.
  • Como o trabalho do LNEG apoia a concretização do PNEC: Plano Nacional de Energia e Clima - Conheça 10 dos trabalhos do LNEG que contribuem para a concretização do PNEC
    Publication . Simoes, Sofia; Simões, Teresa; Barbosa, Juliana Pacheco; Rodrigues, Carlos; Azevedo, Pedro; Cardoso, João; Facão, Jorge; Costa, Paula Silva; Justino, Paulo Alexandre; Gírio, Francisco; Reis, Alberto; Passarinho, Paula; Duarte, Luís; Moura, Patrícia; Abreu, Mariana; Estanqueiro, Ana; Couto, António; Oliveira, Paula; Quental, Lídia; Patinha, Pedro; Catarino, Justina; Picado, Ana; Ramalho, Elsa; de Oliveira, Daniel Pipa Soares; Filipe, Augusto; Albardeiro, Luís; Santos, Sara; Gonçalves, Pedro
  • LNEG obrigado a aceitar as certificações dos biocombustíveis reconhecidas pela UE
    Publication . Gírio, Francisco
    RESUMO: Recentemente, notícias vieram a público sobre possível fraude na origem de biocombustíveis usados na Europa e em Portugal. A Associação ZERO veio mesmo sublinhar que, apesar de Portugal ter assumido o compromisso de abandonar o uso de biocombustíveis à base de óleo de palma, inscrito na Lei de Bases do Clima e no Orçamento do Estado para 2022, a medida nunca saiu do papel. Por outro lado, os produtores nacionais de biocombustíveis, através das suas organizações, Associação Portuguesa de Produtores de Biocombustíveis (APPB) e Associação Bioenergia Avançada (ABA), referem mesmo que as autoridades nacionais não controlam as possíveis fraudes na origem, em particular as matérias-primas que chegam à Europa que são resíduos da indústria de palma, caso do efluente de éster metílico de óleo de palma (POME) e dos cachos vazios de frutos de palma. E alegam que existe uma diferenciação de tratamento entre produtores nacionais/europeus e terceiros (fora da UE), com um escrutínio mais apertado aos produtores nacionais. Em súmula, todos pedem uma atuação urgente do Estado português. Entre as medidas propostas, estão a revisão do modelo europeu de certificação, passando o controlo para entidades públicas, a criação de um sistema transparente de rastreabilidade e informação ao consumidor, bem como o reforço do combate à fraude através de uma estrutura europeia dedicada. Acresce que estas queixas das empresas não ocorrem apenas em Portugal, sendo agora o momento para nos debruçarmos com factos sobre a realidade atual. Relativamente a eventuais fraudes nos biocombustíveis, alguns países europeus — casos da Bélgica, Holanda e Irlanda — fizeram chegar ao Conselho Europeu alegações de fraudes com biocombustíveis provenientes da Ásia, que, até ao momento, não foram consubstanciadas por estes países nem comprovadas. Apenas a Alemanha apresentou na Comissão Europeia (CE), em 2023, uma queixa formal sobre fraude na importação de biodiesel da China. Após mais de um ano e meio de investigações pela CE, esta acabou de encerrar o caso, informando que não foi possível comprovar evidências de fraude, embora admita que identificou fraquezas na legislação europeia de confirmação da sustentabilidade dos biocombustíveis, principalmente nas matérias residuais produzidas na origem, e anunciou medidas de curto e médio prazo para tornar o sistema europeu mais robusto à fraude. Em Portugal, a entidade que supervisiona o sistema de certificação na produção ou importação de biocombustíveis é o Laboratório Nacional de Energia e Geologia, através da Entidade Coordenadora do Cumprimento dos Critérios de Sustentabilidade (LNEG/ECS). O LNEG/ECS atua apenas a montante na cadeia de valor, estabelecendo e verificando a aplicação da Diretiva 2018/2001 (RED II) desde a matéria-prima utilizada até à produção ou importação do biocombustível. Decorrente desse trabalho, o LNEG/ECS informa mensalmente a ENSE E.P.E., para cada operador económico, sobre quais os lotes de biocombustíveis classificados como sustentáveis e se tem direito a um Título de Biocombustível (TdB) simples ou duplo.
  • CO2 and syngas utilization for bioenergy and biochemicals [Comunicação oral]
    Publication . Gírio, Francisco; Moura, Patrícia; Pacheco, Marta; Lourinho, Gonçalo