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Sem água não há eletricidade: o caso da Central Lena em Porto de Mós

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RESUMO: A baixa qualidade dos carvões lignitosos explorados nas concessões do Couto Mineiro do Lena recomendava, vivamente, a sua utilização “à boca da mina”, em fornos de cerâmica e de fabrico de cais para a construção, em destilados e briquetes e na produção de eletricidade. Esta última proposição começou a ser implementada no final da década de 1920, com o lançamento da construção de uma central termoelétrica que entraria em funcionamento poucos anos depois. A definição do local de construção condicionada, entre outros fatores, pelas disponibilidades em água necessária para assegurar o funcionamento das caldeiras, e dos equipamentos eletromecânicos e de arrefecimento, foi difícil, tendo a concessionária das minas oscilado entre a Batalha, mais perto da fonte de carvão, e Porto de Mós onde iriam ser concentrados os seus principais serviços. Se bem que possam fazer-se leituras diferentes, a decisão sobre o local de implantação da obra, à entrada de Porto de Mós, foi eminentemente técnica, marcada sobretudo pelas facilidades na tomada de água, garantido um caudal suficiente e contínuo, e acordadas com o município as devidas contrapartidas.

Descrição

Palavras-chave

Batalha Porto de Mós Eletricidade Central elétrica Carvão

Contexto Educativo

Citação

Brandão, José Manuel & Sousa, Fernanda R. (2015) Sem água não há eletricidade: o caso da Central Lena em Porto de Mós. In: Cadernos de Estudos Leirienses, nº 6, p. 29-42

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